A Folha de São Paulo de hoje (21/05/2012) publicou matérias comentando a PL 2126/2011, sobre crimes cibernéticos.
- Aperitivo - Acordo abre caminho para aprovar leis de crimes virtuais
- Lei pode criminalizar inocentes se aprovada, dizem especialistas
- Análise: Aprovação mostra consenso na urgência de conter delito on-line
Estão diponíveis:
http://bibliotecarianet.blogspot.com.br/2012/05/pl-21262011-comentario.html
http://bibliotecarianet.blogspot.com.br/2012/05/leis-de-crimes-virtuais.html
http://bibliotecarianet.blogspot.com.br/2012/05/urgencia-de-conter-delito-on-line.html
21.5.12
1.5.12
Preço de revistas científicas
Universidade Harvard reclama do preço de revistas científicas
Assinatura de periódicos está insustentável, diz comunicado divulgado pela instituição
SABINE RIGHETTI
DE SÃO PAULO
Harvard, considerada uma das melhores universidades do mundo, está incentivando seus pesquisadores a publicarem artigos em periódicos de acesso aberto.
A instituição emitiu um comunicado aos seus mais de 2.000 cientistas pedindo que considerem publicar seus trabalhos nas revistas acessíveis de graça na internet.
O comunicado também pede que os pesquisadores, caso publiquem em revistas de acesso pago, garantam que os trabalhos fiquem disponíveis na internet em sites ou blogs -e que incentivem os colegas a fazerem o mesmo.
De acordo com Harvard, a conta de assinatura dos periódicos está "insustentável" -mesmo para uma instituição com orçamento anual de US$ 6 bilhões. A universidade gasta US$ 3,5 milhões por ano para garantir o acesso aos principais periódicos científicos do mundo.
As publicações de maior impacto hoje, ou seja, as que são mais citadas pelos cientistas, cobram assinaturas anuais que chegam a custar US$ 40 mil. Algumas, no entanto, permitem que os autores disponibilizem seus trabalhos na internet.
Já as revistas de acesso aberto cobram para publicar os trabalhos aprovados (média de US$ 1.500 por artigo), mas deixam todo o conteúdo disponível gratuitamente.
O movimento de Harvard vem na onda de um boicote internacional de cientistas à editora Elsevier devido ao valor da assinatura de periódicos como o "Lancet". Mais de 10 mil cientistas já se comprometeram a não enviar trabalhos a revistas da Elsevier.
No Brasil, quem paga a conta do acesso aos periódicos é a Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior). Em 2011, a Capes gastou R$ 133 milhões para que 326 instituições do país acessassem mais de 31 mil revistas científicas.
fonte: Folha de São Paulo, 01/05/2012
Assinatura de periódicos está insustentável, diz comunicado divulgado pela instituição
SABINE RIGHETTI
DE SÃO PAULO
Harvard, considerada uma das melhores universidades do mundo, está incentivando seus pesquisadores a publicarem artigos em periódicos de acesso aberto.
A instituição emitiu um comunicado aos seus mais de 2.000 cientistas pedindo que considerem publicar seus trabalhos nas revistas acessíveis de graça na internet.
O comunicado também pede que os pesquisadores, caso publiquem em revistas de acesso pago, garantam que os trabalhos fiquem disponíveis na internet em sites ou blogs -e que incentivem os colegas a fazerem o mesmo.
De acordo com Harvard, a conta de assinatura dos periódicos está "insustentável" -mesmo para uma instituição com orçamento anual de US$ 6 bilhões. A universidade gasta US$ 3,5 milhões por ano para garantir o acesso aos principais periódicos científicos do mundo.
As publicações de maior impacto hoje, ou seja, as que são mais citadas pelos cientistas, cobram assinaturas anuais que chegam a custar US$ 40 mil. Algumas, no entanto, permitem que os autores disponibilizem seus trabalhos na internet.
Já as revistas de acesso aberto cobram para publicar os trabalhos aprovados (média de US$ 1.500 por artigo), mas deixam todo o conteúdo disponível gratuitamente.
O movimento de Harvard vem na onda de um boicote internacional de cientistas à editora Elsevier devido ao valor da assinatura de periódicos como o "Lancet". Mais de 10 mil cientistas já se comprometeram a não enviar trabalhos a revistas da Elsevier.
No Brasil, quem paga a conta do acesso aos periódicos é a Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior). Em 2011, a Capes gastou R$ 133 milhões para que 326 instituições do país acessassem mais de 31 mil revistas científicas.
fonte: Folha de São Paulo, 01/05/2012
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Revistas científicas
24.4.12
Por que livros antigos têm o mesmo cheiro forte?
Estudo inédito mostra que é tudo uma questão de química
por Redação Galileu
Quem já entrou num sebo sabe bem que os livros antigos parecem ter o mesmo cheiro. É cheiro forte, cheiro de antigo.. sabe aquele cheiro que a gente nem sabe explicar direito do que é, mas consegue reconhecê-lo à distância? Pois agora o mistério foi esclarecido por uma pesquisa da Universidade College London, no Reino Unido.
Apesar de o estudo ser inédito, a explicação é bem simples: um livro de papel é feito de material orgânico, que, por sua vez, reage ao calor, à luz, à umidade e aos químicos usados na sua produção. O cheiro característico é o resultado dessa reação, que vai ocorrendo com o passar do anos.
Além disso, o manuseio dos livros pelas mãos humanas, cheias de bactérias e substâncias, e o acréscimo de clips - que com o tempo vão oxidando - às páginas dos livros têm também parcela de ‘culpa’ na composição do cheiro de livros antigos.
O vídeo abaixo foi feito com base nessa pesquisa do Reino Unido pela livraria online AbeBooks. Confira:
Clique para ver o vídeo
Para restauradora de livros Lúcia Tomé, do Instituto de Estudos Brasileiro, a boa conservação dos livros ajuda inibir o cheiro forte e faz o material aumentar sua durabilidade. “A luminosidade em excesso desbota as capas e deixa as páginas amarelas, a umidade também pode deformar o miolo do livro. A poeira também é danosa aos livros”, explica.
A restauradora ainda completa: “o ideial é que eles fiquem organizados em um ambiente com temperatura estável e, de preferência, em pé na estante. Isso vai evitar amassamentos e páginas amareladas”.
por Redação Galileu
Quem já entrou num sebo sabe bem que os livros antigos parecem ter o mesmo cheiro. É cheiro forte, cheiro de antigo.. sabe aquele cheiro que a gente nem sabe explicar direito do que é, mas consegue reconhecê-lo à distância? Pois agora o mistério foi esclarecido por uma pesquisa da Universidade College London, no Reino Unido.
Apesar de o estudo ser inédito, a explicação é bem simples: um livro de papel é feito de material orgânico, que, por sua vez, reage ao calor, à luz, à umidade e aos químicos usados na sua produção. O cheiro característico é o resultado dessa reação, que vai ocorrendo com o passar do anos.
Além disso, o manuseio dos livros pelas mãos humanas, cheias de bactérias e substâncias, e o acréscimo de clips - que com o tempo vão oxidando - às páginas dos livros têm também parcela de ‘culpa’ na composição do cheiro de livros antigos.
O vídeo abaixo foi feito com base nessa pesquisa do Reino Unido pela livraria online AbeBooks. Confira:
Clique para ver o vídeo
Para restauradora de livros Lúcia Tomé, do Instituto de Estudos Brasileiro, a boa conservação dos livros ajuda inibir o cheiro forte e faz o material aumentar sua durabilidade. “A luminosidade em excesso desbota as capas e deixa as páginas amarelas, a umidade também pode deformar o miolo do livro. A poeira também é danosa aos livros”, explica.
A restauradora ainda completa: “o ideial é que eles fiquem organizados em um ambiente com temperatura estável e, de preferência, em pé na estante. Isso vai evitar amassamentos e páginas amareladas”.
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Sebos
12.3.12
Dia 12 de Março - Dia do Bibliotecário
Assista o vídeo: Clique Aqui
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12 de Março,
Dia do Bibliotecário
1.3.12
9.2.12
Biblioteca não é motel, mas...
¿ SABÍAS QUE ...? BIBLIOTECAS Y SEXO
¿Todavía piensas que las bibliotecas y los bibliotecarios son aburridos? Sigue leyendo y sorpréndete. El 20% de los bibliotecarios ha practicado sexo en la biblioteca. Este dato, entre otros, los dio Will Manley, un bibliotecario retirado, tras una encuesta que hizo en el año 1992 y que ha salido a la luz ahora gracias a su blog. Wilson envió la encuesta a 5.000 bibliotecarios, pero la responsable del Boletín de la biblioteca no quiso dar a conocer el curioso estudio.
Estos son algunos de los curiosos resultados:
El 40% cree que la revista “Playboy” debe estar en todas las bibliotecas.
El 23% creen la revista “Playgirl” también debería estar.
22% opina que las bibliotecas deben tener dispensadores de preservativos en sus cuartos de baño.
El 20% de los bibliotecarios había mantenido relaciones sexuales en la biblioteca.
El 91% había leído “The Joy of Sex”; el 29% había leído “Cómo hacer el amor con un hombre”.
El 34% perdieron la virginidad antes de los dieciocho años.
El 4% de las bibliotecarias todavía eran vírgenes.
El 20% cree que el sexo sin amor es malo.
Sólo el 1% tuvieron relaciones sexuales más de siete veces por semana.
El 50% tuvieron relaciones sexuales de una a dos veces por semana.
El 78% de las bibliotecarias sentían que habían sido acosadas sexualmente por un cliente.
El 61% de los encuestados había alquilado alguna vez una película clasificada “X”.
El 38% de los encuestados calificó su vida sexual dentro del género de la novela “romántica”; 31% como de fantasía, el 22% como la de una comedia y el 9% como la de una tragedia.
Como último ejemplo erudito, cuando se les preguntó por el título de una obra de Shakespeare que mejor describiera su primer encuentro sexual el 23% eligió “El sueño de una noche de verano”y el 22% eligió “Mucho ruido y pocas nueces”, entre otras.
Como vemos, el mundo de las bibliotecas y de los bibliotecarios es mucho más animado de lo que parece. Los mismo, con la publicación de este estudio, la gente se anima a ir más a las bibliotecas. Y a mirar a las bibliotecarias y bibliotecarios con otros ojos…
FUENTE: Dokumentalistas
De: Biblioteca Universidad de Huelva
¿Todavía piensas que las bibliotecas y los bibliotecarios son aburridos? Sigue leyendo y sorpréndete. El 20% de los bibliotecarios ha practicado sexo en la biblioteca. Este dato, entre otros, los dio Will Manley, un bibliotecario retirado, tras una encuesta que hizo en el año 1992 y que ha salido a la luz ahora gracias a su blog. Wilson envió la encuesta a 5.000 bibliotecarios, pero la responsable del Boletín de la biblioteca no quiso dar a conocer el curioso estudio.
Estos son algunos de los curiosos resultados:
El 40% cree que la revista “Playboy” debe estar en todas las bibliotecas.
El 23% creen la revista “Playgirl” también debería estar.
22% opina que las bibliotecas deben tener dispensadores de preservativos en sus cuartos de baño.
El 20% de los bibliotecarios había mantenido relaciones sexuales en la biblioteca.
El 91% había leído “The Joy of Sex”; el 29% había leído “Cómo hacer el amor con un hombre”.
El 34% perdieron la virginidad antes de los dieciocho años.
El 4% de las bibliotecarias todavía eran vírgenes.
El 20% cree que el sexo sin amor es malo.
Sólo el 1% tuvieron relaciones sexuales más de siete veces por semana.
El 50% tuvieron relaciones sexuales de una a dos veces por semana.
El 78% de las bibliotecarias sentían que habían sido acosadas sexualmente por un cliente.
El 61% de los encuestados había alquilado alguna vez una película clasificada “X”.
El 38% de los encuestados calificó su vida sexual dentro del género de la novela “romántica”; 31% como de fantasía, el 22% como la de una comedia y el 9% como la de una tragedia.
Como último ejemplo erudito, cuando se les preguntó por el título de una obra de Shakespeare que mejor describiera su primer encuentro sexual el 23% eligió “El sueño de una noche de verano”y el 22% eligió “Mucho ruido y pocas nueces”, entre otras.
Como vemos, el mundo de las bibliotecas y de los bibliotecarios es mucho más animado de lo que parece. Los mismo, con la publicación de este estudio, la gente se anima a ir más a las bibliotecas. Y a mirar a las bibliotecarias y bibliotecarios con otros ojos…
FUENTE: Dokumentalistas
De: Biblioteca Universidad de Huelva
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curiosidade
2.2.12
Sobre bibliotecas
"Es pasado el tiempo en que la biblioteca se parecía a un museo, en que el bibliotecario era una suerte de ratón entre húmedos libros y en que los visitantes miraban con ojos curiosos los antiguos tomos y los manuscritos. Es presente el tiempo en que la biblioteca es una escuela, en que el bibliotecario es en el más alto sentido un maestro y en que el visitante tiene la misma relación con los libros que el trabajador manual tiene con sus herramientas."
Melvil Dewey
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